sábado, 30 de novembro de 2013

VIOLÊNCIA NO DF



NA ESTRUTURAL HOMEM E MORTO A TIRO

Ferreira Santos


A Polícia foi averiguar na manhã desse sábado (30) uma denuncia, dando conta de um tiroteio no Bairro Estrutural, área da 4ª Delegacia de Polícia Civil. No local os policiais encontraram um corpo caído ao chão e com um pano branco cobrindo o cadáver. Um circo feito de moradores  do Bairro cercava o local do crime. A vítima ainda não foi identificada. Agentes da Polícia Civil investigam autoria e motivos do assassinato.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

PMs EM BUSCA DA SAÚDE




SUSPENSÃO DOS CONVÊNIOS

Má gestão deixa PMs sem planos de saúde




Mesmo com R$ 86,5 milhões, policiais deixam de receber atendimento médico Atendimento hospitalar da corporação e de parentes deixaram de ser usados em hospitais; comando da Polícia Militar não aproveitou o dinheiro

Publicação: 29/11/2013 06:00 Atualização:
Segundo dados orçamentários de 2012 e 2013, havia ainda R$ 7,5 milhões em restos a pagar não aproveitados pelo comando da Polícia Militar (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press - 7/7/07)
Segundo dados orçamentários de 2012 e 2013, havia ainda R$ 7,5 milhões em restos a pagar não aproveitados pelo comando da Polícia Militar

A causa da suspensão dos convênios da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) não é a ausência de recursos, mas a falta de gestão. A corporação tem em caixa R$ 44 milhões que poderiam ser usados diretamente no Fundo de Saúde em gastos com atendimento médico-hospitalar. Além disso, constam em uma rubrica outros R$ 35 milhões. Porém, o comando da PMDF não aproveitou o dinheiro. Destinados originalmente para a compra de equipamentos, os recursos poderiam ser remanejados por meio de uma suplementação orçamentária.

Para isso, seria necessária uma autorização do Congresso Nacional, o que poderia ter sido articulado politicamente, se o gabinete do governador Agnelo Queiroz estivesse ciente do problema. Por conta da aproximação do fim do ano, a suplementação por meio de projeto de lei é considerada inviável. Uma alternativa mais complicada seria uma medida provisória, o que depende de aval da presidente Dilma Rousseff. A omissão da PM deixou 90 mil pessoas sem atendimento médico nos últimos dias.

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Os dados orçamentários de 2012 e 2013 indicam que a PMDF deixou ainda R$ 7,5 milhões em restos a pagar, que nunca foram quitados. Em cima da hora, o governo tenta reverter a situação com crédito do Tesouro Nacional do próprio DF, já que não há mais prazo regimental para suplementar por emenda, por exemplo. Um projeto de lei deverá ser aprovado nos próximos dias pela Câmara Legislativa para viabilizar mais recursos, sem prejudicar outras áreas do DF.

Portaria interna da PM publicada em agosto deste ano alterando os critérios de participação nas despesas médico-hospitalares para dependentes também é apontada pelo governo como ingerência da corporação. A portaria é a 874, de 9 de agosto de 2013, e altera ato anterior — nº 371, de 10 de janeiro de 2013, que regulamenta o artigo 33, da lei nº 10.486/2002.





CONVÊNIO HOSPITALAR »
Falta de plano de saúde por má gestão na PM
Mesmo com um total de R$ 86,5 milhões para ser usado, direta ou indiretamente, para atendimento médico da corporação, profissionais e parentes deixaram de ser recebidos em hospitais.
Mas comando da Polícia Militar não aproveitou o dinheiro

» CAMILA COSTA
Publicação: 29/11/2013 04:00
Segundo dados orçamentários de 2012 e 2013, havia ainda R$ 7,5 milhões em restos a pagar não aproveitados pelo comando da Polícia Militar (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press - 7/7/07)
Segundo dados orçamentários de 2012 e 2013, havia ainda R$ 7,5 milhões em restos a pagar não aproveitados pelo comando da Polícia Militar

Jooziel: impasse na liberação de recursos motivou crise no Buriti (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press - 7/5/13)
Jooziel: impasse na liberação de recursos motivou crise no Buriti


A causa da suspensão dos convênios da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) não é a ausência de recursos, mas a falta de gestão. A corporação tem em caixa R$ 44 milhões que poderiam ser usados diretamente no Fundo de Saúde em gastos com atendimento médico-hospitalar. Além disso, constam em uma rubrica outros R$ 35 milhões. Porém, o comando da PMDF não aproveitou o dinheiro. Destinados originalmente para a compra de equipamentos, os recursos poderiam ser remanejados por meio de uma suplementação orçamentária. 
Para isso, seria necessária uma autorização do Congresso Nacional, o que poderia ter sido articulado politicamente, se o gabinete do governador Agnelo Queiroz estivesse ciente do problema. Por conta da aproximação do fim do ano, a suplementação por meio de projeto de lei é considerada inviável. Uma alternativa mais complicada seria uma medida provisória, o que depende de aval da presidente Dilma Rousseff. A omissão da PM deixou 90 mil pessoas sem atendimento médico nos últimos dias.

Os dados orçamentários de 2012 e 2013 indicam que a PMDF deixou ainda R$ 7,5 milhões em restos a pagar, que nunca foram quitados. Em cima da hora, o governo tenta reverter a situação com crédito do Tesouro Nacional do próprio DF, já que não há mais prazo regimental para suplementar por emenda, por exemplo. Um projeto de lei deverá ser aprovado nos próximos dias pela Câmara Legislativa para viabilizar mais recursos, sem prejudicar outras áreas do DF.

Portaria interna da PM publicada em agosto deste ano alterando os critérios de participação nas despesas médico-hospitalares para dependentes também é apontada pelo governo como ingerência da corporação. A portaria é a 874, de 9 de agosto de 2013, e altera ato anterior — nº 371, de 10 de janeiro de 2013, que regulamenta o artigo 33, da lei nº 10.486/2002.

Aumento de custos

Por meio do documento, o comandante-geral da corporação, Jooziel de Melo Freire, baixou o percentual pago pelos militares para custear a participação dos dependentes nos convênios e, com isso, aumentou os custos para o Estado. A portaria reduziu de 20% para 3% o valor da despesa para os dependentes de 1º grau, de 40% para 6% os de 2º grau e, por fim, de 60% para 9% as despesas para os de 3º grau. A medida é vista por representantes do governo como uma estratégia política.

O comandante-geral da PM compõe chapa com o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, para a Câmara Legislativa. Sandro tentará uma cadeira de deputado federal.

“Às vezes, falta recurso mesmo e costumamos fazer remanejamento, mas a PM não teve boa execução dos recursos. Quando avaliamos, em junho, vimos que não tinham usado o valor em caixa. O Fundo Constitucional é uma unidade proveniente da União e não há reconhecimento de superávit financeiro. A PM falou que precisava de capital, sendo que ainda tinha dinheiro a liquidar”, afirmou fonte do governo. A emissão da portaria foi um dos fatores responsáveis pela suspensão dos convênios.

Jooziel não respondeu aos telefonemas da reportagem. O Comando Geral da Corporação defendeu, por meio de nota, que os convênios foram suspensos por “iniciativa isolada do chefe do Departamento de Saúde”.
A Câmara Legislativa do DF enviou requerimento ao comandante-geral pedindo informações sobre o Fundo de Saúde da PM. “Essa suspensão foi um ato inconsequente que não pode parar na exoneração do chefe do departamento de saúde. O coronel Jooziel não mostrou esforço no caso.
Ele foi irresponsável e expôs o governador politicamente”, afirmou o deputado distrital Patrício (PT).
O parlamentar quer a intimação do comandante para esclarecimentos na Comissão de Ética. “O que ele fez foi um atentado aos direitos humanos dos policiais”, falou o petista.

Entenda o caso

O dinheiro existe

O plano de saúde da Polícia Militar do Distrito Federal foi suspenso na última segunda-feira e os usuários tiveram os serviços cancelados até 31 de dezembro deste ano. A justificativa usada pelo Departamento de Saúde e Assistência ao Pessoal da corporação foi a falta de recursos orçamentários. No entanto, segundo o governo, a explicação não é válida. O governador Agnelo Queiroz chegou a falar que são destinados R$ 40 milhões do Fundo Constitucional e R$ 32 milhões do Fundo de Saúde para manter os serviços. Todo ano, a União repassa ao GDF cerca de R$ 47 milhões do Fundo Constitucional para a PMDF. Dessa quantia, 46% são reservados para o convênio de saúde dos policiais e seus dependentes, ou seja, R$ 21,6 milhões. Agnelo determinou abertura de inquérito na Polícia Militar e uma investigação na Secretaria de Transparência para apurar os motivos reais da suspensão. A decisão do Departamento de Saúde foi cancelada já na terça-feira, e as 17 unidades de saúde, entre hospitais e clínicas que atendem os policiais, deveriam retomar os serviços. Mas até o fim da tarde de ontem, os atendimentos ainda não tinham sido normalizados.
CADÊ O ISENTO MINISTÉRIO PÚBLICO NA APURAÇÃO?




"Decisão unilateral"

Publicação: 29/11/2013 04:00
Segundo o governador do DF, Agnelo Queiroz, o serviço já foi autorizado a voltar e os prestadores de serviço funcionarão aos poucos. “Foi uma decisão unilateral e irresponsável por parte do coronel suspender a assistência à saúde dos militares e suas famílias”, afirmou Agnelo, que disse ainda acreditar que o ato se trata de uma tentativa de sabotagem, às vésperas de ano eleitoral.

Até o fim do dia de ontem, os atendimentos nos hospitais conveniados ainda não tinham voltado ao normal. O serviço de saúde da PMDF também não está emitindo guias para consultas ou procedimentos médicos. Um ofício interno foi disparado aos policiais recomendando que os militares procurem atendimento na rede pública de saúde ou retornem com os pedidos em janeiro de 2014.

A corporação manterá a operação tartaruga e organiza uma assembleia para o dia 4 de dezembro, com indicativo de passeata até o Congresso Nacional. “A polícia está na operação tartaruga por conta da falta de resposta do governo às reivindicações da categoria, mas isso agora foi um tiro no pé. Não sabemos ainda de que lado a corda vai estourar, mas toda a corporação está indignada, e o movimento está muito forte”, contou um policial militar, que prefere manter o nome em sigilo.

Ele tentou atendimento para a esposa, grávida de seis meses, na tarde de ontem. A consulta estava marcada. “Minha mulher precisa tomar algumas vacinas e a consulta não foi autorizada. Não sabemos quando isso vai voltar, e ela teria que tomar até amanhã (hoje), pois o médico vai entrar de férias. Podemos ter danos maiores”, criticou o PM, que procurou atendimento em um hospital do Gama.

PARANOÁ - PANO BRANCO COBRE MAIS UM CORPO



Ferreira Santos

A Polícia Civil do Paranoá (6ª DP), investiga o assassinato de Sílvio Pereira Costa, 33 anos. O crime aconteceu na quinta-feira (28), por volta das 19h50, na DF 270, Km 03 região do Café Sem Troco. Segundo dados da Polícia, Sílvio foi atingido por quatro disparos de arma de fogo na cabeça, pescoço e lombar. Os investigadores não têm pistas do autor(s).

POLICIA PRENDE ACUSADO DE COMETER CRIME QUE CHOCOU MORADORES, FAMÍLIA E AMIGOS DA VÍTIMA EM SOBRADINHO II




Repórter Policial - Ferreira Santos


Apesar de esclarecido pela Polícia Civil depois da prisão pela PM do acusado na mesma noite do crime. O assassinato do jovem Diego Costa da Silva Melo, 18 anos, na noite de terça (26), por volta das 21h, na AR 1, esquina do conjunto 7, próximo a área desportiva, em Sobradinho II, revoltou moradores e principalmente, familiares e amigos da vítima. Na manhã de quinta-feira (28), um pano preto na entrada do Centro de Ensino número 4, da AR 10, de Sobradinho II, em forma de luto e de homenagem de colegas e professores da escola, onde Diego cursava o ensino médio. O acusado Daniel Dantas Apolônio, 21 anos, com passagem pela Polícia, foi preso por uma equipe da PM na AR 9, cerca de duas horas após o crime. 

Segundo o delegado Rogério Rezende chefe da 35ª Delegacia de Polícia Sobradinho II, Diego Costa, não tinha antecedentes criminais. A autoridade policial afirmou ainda, que três testemunhas ouvidas no homicídio em que Diego foi vítima, são categóricas em afirmar, que, Daniel Dantas Apolônio, também conhecido como Danielzinho ou Pivete, foi autor dos disparos que tirou a vida de Diego Costa e baleou Matheus Vinicius da Silva Pereira, 18 anos.

Segundo pessoas ouvidas pela Polícia Civil ( 35ª DP), um homem em uma moto ficou rodando o local, em seguida aconteceu os disparos, que atingiram Diego na nuca e Matheus no ombro direito. Após os tiros o acusado Daniel Dantas, foi visto por testemunhas correndo do local em direção a AR 7, com uma arma na mão. O homem que estava na moto teria saída em alta velocidade em direção ao Setor de Mansões.

Diego Costa da Silva Melo morreu no Hospital de Sobradinho. O jovem segundo moradores, teria sido coroinha e fazia parte do grupo de jovens de uma Igreja da cidade, além disso não tinha passagem pela Polícia e era bastante conhecido em Sobradinho II. O enterro do jovem ocorreu na tarde de quinta (28), as 17h no cemitério de Sobradinho II, com a presença de familiares, amigos e muita comoção.

O outro atingindo pelos disparos Matheus Vinicius da Silva Pereira, foi medicado e estar foram de perigo de morte. Matheus contou a Polícia, que dois homens em uma moto, o garupa desceu e efetuou os disparos contra ele e  Diego. Segundo a Polícia o acusado, Daniel Dantas, foi encaminhado a carceragem do DPE a disposição da justiça.




quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PANO BRANCO EM SOBRADINHO II UM MORTO E OUTRO FERIDO A BALA



Por Ferreira Santos

Dois homens em uma moto efetuaram disparos de arma de fogo, dois indivíduos foram baleados. Diego Costa de Melo, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ao dar entrada no Hospital Regional de Sobradinho. A outra vitima Matheus Vinicius da Silva Pereira, se encontra internado em observação e não corre risco de morte. O fato ocorreu nessa terça (26), por volta das 20h20 na AR 1, ao lado do Ginásio de Esporte, em Sobradinho II. O crime será apurado por agentes da SIC-VIO da 35ª Delegacia de Polícia de Sobradinho II. A PM deteve um suspeito e o encaminhou a delegacia.

terça-feira, 26 de novembro de 2013


Ex-policial João Dias é preso por alugar andaimes e não devolver o material - Cidades DF - Correio Braziliense

NOTA DO COMANDO GERAL DA PMDF EM RELAÇÃO AOS CONVÊNIOS DA PM COM HOSPITAIS PARTICULARES DO DF


A Polícia Militar do Distrito Federal informa que a circular nº 015/2013 do Departamento de Saúde, está cancelada. 
Os convênios dos policiais militares e seus dependentes estão mantidos e as despesas oriundas dos atendimentos serão pagas na forma da lei, em janeiro de 2014.

POLICIAIS MILITARES DO DF E SEUS DEPENDENTES ACORDAM SEM DIREITO A SAÚDE CONVÊNIOS COM HOSPITAIS PARTICULARES ESTÃO SUSPENSOS



A insatisfação dos policiais militares é grande em relação a suspensão dos convênios. O Blog ligou ontem a noite pra um dos Hospitais, falou com uma atendente, Andressa, que afirmou ao repórter, que o convenio dos policiais, com aquela unidade de saúde seria suspenso a partir de 0h. O Blog também teve acesso com exclusividade a um documento (acima) onde comprova a suspensão do convênio temporariamente em um outro Hospital.

Em contato com a Comunicação Social da PMDF na manhã de terça (26) as (11h3), o Blog foi informado que a situação existe, e que a corporação ira soltar uma nota de esclarecimento a Imprensa.

UTILIDADE PÚBLICA DO BLOG - DESAPARECIDO


PMGO EM AÇÃO - COM PASSAGEM POR HOMICÍDIO HOMEM É PRESO COM ARMA DE FOGO


Por Ferreira Santos

Policiais Militares sediados em Planaltina de Goias, prenderam na noite de segunda-feira (25), na 12 Oeste, um homem por porte ilegal de arma de fogo. Segundo os policiais, o acusado Jose Augusto Rabelo Furtado, 30 anos, (foto abaixo) portava um revólver calibre 38 com duas munições ( foto acima). O acusado que é morador do setor norte da cidade responde por assassinato no estado do Maranhão. Ele foi levado ao Ciops onde foi autuado.




NA ASA SUL - MULHER E BALEADA DURANTE TENTATIVA DE ROUBO



Ferreira Santos

Eva Gonçalves Reis, 46 anos, foi vitima de tentativa de latrocínio, no estacionamento do Colégio Notre Dame, na 914 Sul, Rua da UNIP, por volta das 22h de segunda-feira (25). Dois elementos em um veiculo Fiat Uno quatro portas, abordaram a mulher, na tentativa de roubar a camionete Ford de cor vermelha, a vítima foi alvejada com disparo de arma de fogo, atingida no ombro foi socorrida por uma equipe do SAMU, sob a responsabilidade do enfermeiro Igor para um Hospital da Rede Publica de Saúde, pelas informações a mulher não corre risco de morte. O fato foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia da Asa Sul.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Comando nega que PMs estejam de braços cruzados durante 'operação tartaruga'

Desmilitarização da Polícia


busque no google
  • 25/
    11

    Opinião

    A falácia da desmilitarização da polícia

    10:13:09

    No País em que latrocidas e estupradores são chamados de “reeducandos”, o governo federal quer que o policial que mata um sequestrador para salvar o refém seja chamado de “homicida”


    Criar um “SUS” da segurança pública, unificar as polícias e despir a PM de sua farda — eis as propostas que prometem revolucionar a segurança pública no País. Praticamente unânimes entre os acadêmicos especializados na área, essas ideias conquistam cada vez mais adeptos em Brasília. É o que se percebe nas discussões da Comissão Especial de Segurança Pública do Senado, instalada em 2 de outubro deste ano com o objetivo de debater e propor soluções para o financiamento da segurança pública no Brasil. Criada por iniciativa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a comissão é presidida pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) e tem como relator o senador Pedro Taques (PDT-MT). ...

    “O sistema de segurança pública no Brasil está absolutamente falido” — com essa declaração, proferida numa audiência pública realizada no dia 13 de novembro último, o senador Pedro Taques resumiu um sentimento das ruas que hoje encontra guarida até nos quartéis. Cada vez mais estão surgindo depoimentos de policiais militares colocando em descrédito a própria corporação a que pertencem. É o caso do livro “O Guardião da Cidade” (Editora Escrituras, 2013, 256 páginas), do tenente-coronel Adilson Paes de Souza, fruto de sua dissertação de mestrado “A Educação em Direitos Humanos na Polícia Militar”, defendida na Faculdade de Direito da USP em 2012, sob a orientação do cientista político Celso Lafer.

    Nesse trabalho acadêmico, festejado por toda a imprensa, o tenente-coronel da PM paulista defende a ampliação da carga horária do estudo de direitos humanos na formação dos oficiais da Polícia Militar, como forma de combater a tortura. Em meu artigo da semana passada, procurei demonstrar que se trata de uma falácia. O Curso de Formação de Oficiais é praticamente um curso completo de Direito e, como se sabe, é impossível estudar qualquer disciplina do Direito sem tratar dos direitos humanos, uma vez que a Constituição de 88, base legal de todas as disciplinas jurídicas, é alicerçada, de ponta a ponta, nos direitos da pessoa humana.

    Sobrevivendo na Gestapo brasileira

    Em vários momentos do livro, de modo quase indisfarçável, Paes de Souza compara a Polícia Militar brasileira com a Gestapo de Adolf Hitler e descreve o produto das ações da PM como um novo campo de concentração nazista. Citando um artigo da psicóloga e psicanalista Maria Auxiliadora de Almeida Cunha Arantes, sintomaticamente intitulado “Violência, Massa­cre, Execuções Sumárias e Tortura”, o tenente-coronel cita como exemplo desses casos, os 111 mortos do Carandiru, em 1992, os 493 mortos quando dos ataques do PCC em 2006 e a Operação Castelinho em 2002, “que constituiu uma emboscada”, com 12 mortos — todos bandidos do PCC, acrescente-se, já que o coronel não o faz em sua tese.

    Para a psicóloga Maria Auxi­liadora Arantes, citada no livro “O Guardião da Cidade”, tais acontecimentos “são crimes filhotes de um Estado que deixou intacto um aparelho de matar e que não puniu os que o montaram”. O tenente-coronel Adilson Paes de Souza corrobora literalmente suas palavras, tanto que acrescenta a elas a seguinte frase: “De fato, Auschwitz faz-se presente”. Reparem: Paes de Souza está comparando o trabalho da Polícia Militar — instituição em que atuou durante 28 anos, chegando a tenente-coronel — com a violência das forças nazistas nos campos de concentração de Hitler.

    O cientista político Celso Lafer, responsável pela dissertação de mestrado de Adilson Paes de Souza na USP, deveria ter-lhe feito uma pergunta singela antes de aceitar a orientação de seu trabalho: “Onde o senhor estava, na condição de tenente-coronel da Polícia Militar, quando seus subordinados de farda se tornaram exemplos atuais da Gestapo de Hitler, torturando e executando pessoas?” Antes de pontificar sobre os problemas da Polícia Militar, apresentando soluções mirabolantes do conforto de uma cátedra universitária, o tenente-coronel Paes de Souza deveria ter respondido para si mesmo essa pergunta.

    Na condição de tenente-coronel da Gestapo brasileira (a se crer nos seus próprios conceitos), ou Paes de Souza foi cúmplice do holocausto que denuncia ou foi omisso diante dessa carnificina que imputa à PM. Em qualquer dos casos, deveria pôr a mão na própria consciência antes de se arvorar a defender tese, escrever livro e contribuir, ainda que involuntariamente, para a difamação sistemática de que a PM é vítima na imprensa e nas universidades.

    Não é possível sobreviver durante 28 anos num aterro sanitário moral e dele sair com a alma cheirando a talco, como canta Gilberto Gil. Em seu livro, citando Albert Hirschman, Paes de Souza fala que os membros de uma instituição podem abandoná-la ou criticá-la quando se sentem descontentes. O autor não diz, mas, no caso da Polícia Militar, a via mais frequente é a omissão: o policial se esconde numa carreira burocrática, pontificando sobre direitos humanos, longe do tiroteio das ruas. Paes de Souza deveria explicar como sobreviveu ao horror que denuncia. Foi por essa terceira via? Sem essa explicação, suas reflexões e denúncias sobre a PM perdem muito da autoridade que poderiam ter.

    Depoimentos de PM homicidas


    Para exemplificar as críticas que faz à polícia, Adilson Paes de Souza colheu o depoimento de dois policiais militares condenados por homicídio e se valeu também de dois depoimentos colhidos pelo jornalista Bruno Paes Manso, do jornal “O Estado de S. Paulo”. Em junho de 2012, Manso defendeu no Departamento de Ciências Políticas da USP a tese de doutorado “Crescimento e Queda dos Homicídios em São Paulo entre 1960 e 2010”, em que faz uma “análise dos mecanismos da escolha homicida e das carreiras no crime”. O trabalho de Manso que resultou na tese já havia lhe rendido o livro “O Homem X: Uma Reportagem sobre a Alma do Assassino em São Paulo” (Editora Record, 2005), no qual o tenente-coronel buscou os depoimentos.

    Os policiais ouvidos por Paes de Souza ganharam os apelidos de “Steve” e “Mike”, geralmente dados aos policiais que trabalham nas ruas. O policial Steve foi condenado a mais de 20 anos de reclusão por um homicídio a tiros e facadas. “No auge da prática do ato, senti que estava cheio de ódio e acabei descarregando tudo sobre o corpo da vítima. Tinha um sentimento de ódio generalizado de tudo”, afirma o policial. De origem nordestina, o policial contou que seu pai era PM aposentado e costumava conversar com toda a família na hora do jantar sobre o sentimento de honra que envolvia a profissão. Inspirando-se no pai, Steve, ao completar 18 anos, ingressou na polícia, por meio de concurso público.

    “Fui designado para trabalhar numa unidade da Polícia Militar na periferia da cidade de São Paulo. Comecei a ver uma realidade que não conhecia: favelas, meninas estupradas, pessoas pobres vítimas de roubo, o que causou revolta”, conta Steve. Movido por essa revolta, diz que começou a trabalhar além do horário normal, prendendo o máximo possível de bandidos, na esperança de acabar com a criminalidade na região. O PM conta que, numa ocasião, prendeu em flagrante dois ladrões que tinham roubado um supermercado, mas na noite do mesmo dia viu os dois na rua. Quando os abordou, soube que fizeram um acordo com o delegado, inclusive deixando na delegacia uma parte da propina para o policial.

    “Nesse momento, percebi que a corrupção existente nos distritos policiais da área onde trabalhava gerava a impunidade dos delinquentes”, afirma Steve, que passou a frequentar velórios de policiais mortos em serviço, alimentando ainda mais sua revolta com a impunidade dos bandidos. Foi aí que decidiu fazer justiça com a própria farda: “Eu era juiz, promotor e advogado. Levava a vítima para um matagal, concedia-lhe um minuto para oração e a sentenciava a morte”. Essa vida de justiceiro fardado destruiu sua família. Sua mulher chegou a tentar o suicídio. E, na cadeia, sofreu maus-tratos e não teve a solidariedade dos colegas: os policiais que o visitavam estavam mais preocupados em sondá-lo para saber se não seriam delatados, em virtude de outras ocorrências.

    Um dos entrevistados pelo repórter Bruno Paes Manso, citado na dissertação do tenente-coronel Paes de Souza, também relata que se via em guerra contra os criminosos e, movido pelo ideal de resolver o problema da criminalidade, trabalhava praticamente o dobro: as oito horas regulamentares que o Estado lhe pagava e mais oito em que combatia o crime de graça, por sua própria conta e risco. Esse policial contou ter deparado com vários casos graves, que só via em filmes. Certa vez, atendeu a uma ocorrência em que uma criança de 4 anos foi estuprada e ele, junto com outros policiais militares, evitou o linchamento do estuprador. “Nesse momento, achou um contrassenso ter que proteger quem havia praticado uma monstruosidade contra uma menina. Sentiu revolta”, relata Paes de Souza.

    Mais confrontos, mais mortes

    Esse é praticamente o padrão dos depoimentos de policiais militares condenados por homicídio: 1) imersão idealista do policial no combate ao crime; 2) revolta com a impunidade dos criminosos; 3) justiça com a própria farda; 4) prisão, arrependimento e transferência da culpa para a corporação militar. O livro “Sangue Azul” (Editora Geração Editorial, 2009), baseado no depoimento de um soldado da PM do Rio de Janeiro ao documentarista Leonardo Gudel, também segue esse padrão. E parece que o recém-lançado “Como Nascem os Monstros” (Editora Topbooks, 2013, 606 páginas), romance do policial carioca Rodrigo Nogueira, condenado e preso por homicídio, também não foge à regra.

    Um sargento preso por homicídio e ouvido por Bruno Paes Manso explica que o “assassinato é uma importante ferramenta no cotidiano perigoso do policial militar que trabalha na rua”, e acrescenta que “se os policiais fossem proibidos de matar seria melhor que parassem de trabalhar”. Esse mesmo policial diz ainda: “Sem contar que a bandidagem está cada vez ficando mais ousada, mais armada e respeita cada vez menos a polícia. Isso é explicado dessa forma, isso não foi a polícia que motivou. Hoje tem muito mais reação, o pessoal enfrenta, por isso tem mais morte”. O tenente-coronel Paes de Souza, do alto de sua tese da USP, classifica essa fala do sargento como simplista, por afirmar que mais criminalidade significa mais confronto e, consequentemente, mais mortes.

    Ora, simplista é o modo como o tenente-coronel, desprezando seus 28 anos de experiência como policial, utiliza esses depoimentos para corroborar teses injuriosas a respeito da Polícia Militar, que a acusam de ser uma máquina assassina, nazista, semelhante a Auschwitz. O tenente-coronel e os demais acadêmicos que escrevem teses sobre segurança pública acreditam que basta alugar o ouvido de um soldado com perorações sobre direitos humanos para que, no outro dia, ele saia à rua com flores na boca do fuzil, ajudando velhinhas no semáforo e pegando crianças no colo, até que surja um marginal armado e esse policial, consciente de seus deveres, saque da farda um exemplar da Constituição e atire no rosto do bandido seus direitos humanos, para que o criminoso estenda os pulsos com cidadania e seja algemado com dignidade.


    Completa inversão de valores


    Uma análise verdadeiramente profunda dos depoimentos dos homicidas da PM revela a complexa natureza do trabalho policial, que, em qualquer tempo e lugar, é inevitavelmente insalubre para a alma. O policial é como o médico: sem uma dose sobre-humana de frieza, ele não será capaz de proteger vida nenhuma, pois o medo do sangue, da mutilação, do cadáver, irá acovardá-lo diante do dever a ser cumprido. Por isso, ser policial não é para qualquer um. Os policiais homicidas tentam enganar a própria consciência quando dizem que a corporação os transformou em violentos. O potencial de violência já estava presente neles — ou não teriam sonhado em ser policiais. Polícia não é assistência — é contenção. Por isso, tem de ser viril.

    A testosterona que faz o bandido violento é a mesma que faz o policial corajoso. Por isso, ao contrário do que acreditam os acadêmicos, o policial tem que tratar o bandido como inimigo, sim. O soldo sozinho — por maior que seja — não é capaz de separar o policial do criminoso, pois a natureza mais profunda de ambos se alimenta da mesma virilidade masculina, responsável por mais de 90% dos crimes que são praticados em qualquer cultura humana em todos os tempos. Por isso, o policial corajoso precisa ser tratado como verdadeiro herói pela sociedade. Mas não basta. Como o ser humano é um ser relativo e não consegue julgar em absoluto, mas somente por meio de comparação, é preciso enaltecer o policial — e, ao mesmo tempo, punir verdadeiramente o criminoso, para marcar a diferença entre ambos.

    Todavia, hoje ocorre justamente o contrário. O policial se revolta ao proteger de linchamento o estuprador de uma criança porque sabe que não será feita justiça. Mesmo esse tipo de criminoso tem direito a todas as regalias da legislação penal, travestidas de direitos humanos. A população brasileira não tem consciência disso, mas até os criminosos que matam ou estupram mulheres acabam tendo benefícios absurdos, como visita íntima na cadeia, o que as feministas defensoras dos direitos humanos traduzem como “direitos sexuais”. Ora, direito sexual é como direito de expressão: toda pessoa tem o direito de falar, mas não tem o direito de obrigar o outro a ouvi-la.

    O preso não pode ser impedido de sonhar com uma mulher ou até de satisfazer solitariamente sua libido. Seria uma tortura psicológica privá-lo desse instinto básico. Mas isso não significa que ele tem o direito de manter relações sexuais dentro da cadeia, mesmo que seja com sua esposa. E a razão é simples: seu desejo sexual não pode ser posto acima da segurança da sociedade. É óbvio que, durante a visita íntima, não há meio de controlar o preso. Ele pode usar a visita — e sempre usa — para transmitir recados aos comparsas fora da cadeia, daí o comando que o cárcere continua tendo sobre o crime organizado. Praticamente todas as centrais telefônicas do PCC são administradas por mulheres de presidiários. E mulher de preso inevitavelmente o obedece, sob pena de ser morta.

    O mesmo se dá com a alimentação do preso. Não deixar um latrocida passar fome na cadeia é garantir-lhe um direito humano básico, mas permitir que ele escolha o cardápio, por meio de rebeliões, como ocorre com muita frequência nos presídios brasileiros, não passa de um abuso com o dinheiro de suas vítimas. O preso tem direito a remissão de pena não só por dias trabalhados, mas também por horas de estudo e até leitura de romances. Ou seja, o que os acadêmicos chamam de “direitos humanos” são, na verdade, direitos civis, que deveriam ser privativos do cidadão que respeita as leis e não do bandido que fere o contrato social e, por isso, tem de ser excluído da esfera da cidadania enquanto cumpre sua pena.

    Hoje, a inversão de valores é tanta que, oficialmente, por meio das políticas públicas do governo petista, o policial militar se tornou o verdadeiro inimigo público, enquanto se concede ao criminoso o monopólio dos direitos humanos. A Resolução nº 8, de 21 de dezembro de 2012, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, sob o comando da ministra Maria do Rosário, estabelece em seu artigo 1º que, quando um bandido morre em confronto com a polícia, na descrição de sua morte nos registros oficiais não deve mais ser usada a expressão “resistência seguida de morte” e, sim, “homicídio decorrente de intervenção policial”.

    A alegação é que os policiais utilizam o chamado “auto de resistência” para esconder execuções. Ora, nos casos em que isso ocorre, não vai ser mudando as palavras que o crime deixará de ser praticado. Mais do que a nomenclatura, o que importa em qualquer crime é a investigação. E essa não deixará de ser feita caso um auto de resistência levante suspeitas. Prova disso é que dezenas de policiais militares são expulsos da corporação no Brasil. A Polícia Militar não é necessariamente pior do que a Polícia Federal, a Polícia Civil, o Judiciário, o Ministério Público, a OAB. Se os maus elementos de cada uma dessas corporações fossem enforcados nas tripas dos maus elementos das outras, garanto que não sobrariam condenados nem tripas. Principalmente quando se leva em conta o contexto em que cada uma delas atua — e, nesse caso, o contexto da Polícia Militar é, sem dúvida, o pior. Nenhuma instituição tem o monopólio do bem ou do mal. E ainda que a Polícia Militar fosse mesmo a pior de todas essas instituições, eu pergunto: convém desmilitarizar a polícia num País em que o bandido preso transforma até a cadeia em quartel do crime?
    Fonte: José Maria e Silva - Jornal Opção - 25/11/2013

domingo, 24 de novembro de 2013

FUGA DE PRESO

Preso que estava internado se solta, rouba arma de agente e dispara tirosCaso ocorreu no Hospital Regional do Paranoá, no início da tarde deste domingo (24/11)

Publicação: 24/11/2013 13:39 Atualização: 24/11/2013 14:53

Carros da Polícia Militar chegam ao Hospital do Paranoá (Diego Amorim/Esp./CB/D.A Press)
Carros da Polícia Militar chegam ao Hospital do Paranoá
Dois presos que estavam internados no Hospital Regional do Paranoá conseguiram se soltar por volta das 12h45 deste domingo (24/11), roubaram a arma de um agente penitenciário e começaram a atirar. As informações são de funcionários da unidade de saúde.

Houve bastante corre-corre nos corredores. Pelo menos cinco disparos teriam sido efetuados. Um pai e uma criança, que passou por uma cirurgia recentemente, são feitos reféns. Segundo Gabrielly Oliveira, prima do pai da criança, um dos presos estaria armado e teria ligado para a mãe do garoto e solicitado a presença da imprensa, de um juíz e dos direitos humanos.

O Batalhão de Operações Especiais (Bope) e a equipe do gerenciamento de crises estão no local.


Os presos estavam no quarto andar da unidade de saúde, um lugar conhecido como Papudinha (em referência à penitenciária), para onde são levados detentos que necessitam de assistência médica. 

Os primeiros policiais militares a chegarem ao local fecharam todos os acessos ao hospital. A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) ainda não confirma o ocorrido.

PLANALTINA - BANDIDOS ROUBAM ARMA DE VIGILANTE


Ferreira Santos

Em Planaltina DF por volta das 13h desse domingo (24), um vigilante foi surpreendido por fora da Lei, que levaram dele a  arma, um revolver calibre 38 Taurus de numeração, 512659, pertence a Empresa de Segurança, para a qual o vigilante presta serviço. O fato foi registrado na delegacia da área. As informações são da Ciade. A Polícia não tem pista dos larápios.

SANTA MARIA - POLICIAIS MILITARES TÊM O CARRO E AS ARMAS ROUBADAS



Ferreira Santos

No inicio do dia de hoje (domingo, 24), bandidos levaram as armas e o veiculo de um sargento e um soldado da Polícia Militar DF, ambos lotados no 26º BPM. O fato ocorreu em Santa Maria BR 040, quando os policiais pararam o carro em uma parada de ônibus, para um dos colegas descer, quando foram abordados pelos bandidos. Foram roubados as duas pistolas .40. o veiculo dos policiais, algemas, dinheiro, celular Galaxy. Informações que após o roubo os bandidos tomaram rumo ao Jardim Oriente. O veiculo é um Astra preto Sedan placa MWM final 48. Minutos depois Policiais do Grupo Tático Operacional de Santa Maria, localizaram o carro do policial, as buscas para recuperar as duas pistolas .40 da PMDF e prender os bandidos continuam.. Apesar do susto os dois policiais estão bem.

CEILÂNDIA - MORTO A GOLPES DE FACA



Por Ferreira Santos


Um homem foi morto a facadas na QNM 20 conjunto J, em Ceilândia Norte, por volta de 1h40 da madrugada de domingo(24). Agente da delegacia da área estiveram no local, e fizeram os primeiros levantamentos para darem inicio as investigações. Paramédicos do Corpo de Bombeiros atestaram o óbito da vítima que não foi identificada. 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

SANTA MARIA - REGISTRO DE HOMICÍDIO



Ferreira Santos

Rafael Felipe Sousa da Silva, 25 anos, foi assassinado nessa sexta-feira (22) por volta das 21h na quadra 402 conjunto V, em Santa Maria Sul. O Corpo de Bombeiros foi chamado, mas a vitima não resistiu aos ferimento vindo a óbito no local preservado para pericia. Agentes da 33ª Delegacia de Polícia de Santa Maria investigam o fato.

CBMDF

Nota de falecimento

Na noite de quinta-feira (21), o sargento Adriano Maloney veio a óbito vítima de um acidente de moto na BR 020 sentido Sobradinho. O Sgt. Maloney tinha 41 anos e trabalhava como instrutor no Grupamento de Prevenção e Combate a Incêndio.

O velório será no sábado (23) no quartel de Planaltina (9º GBM) às 8h e o sepultamento às 10h no cemitério da cidade. 

PASSAGEIROS REVOLTADOS QUEIMAM ÔNIBUS NA 020


Ferreira Santos

Passageiros de ônibus colocaram fogo no coletivo na altura do Km 6, da BR 020 em frente a Vila Dnocs, em Sobradinho, por volta das 20h dessa sexta-feira (22). Segundo informações de moradores do local, o coletivo teria quebra, os passageiros se revoltaram e incendiaram o veiculo. O Corpo de Bombeiros esteve no local e não houve feridos.

EM PLANALTINA MAIS UM PANO BRANCO ENVOLVE O CORPO DE UM JOVEM

O corpo do jovem vitima de homicídio espera por pericia dentro da carroceria de um veiculo vermelho no patio da 31ª DP.


Ferreira Santos

Mesmo sendo socorrido por populares o jovem não resistiu. Kelvi, 18 anos, é mais uma vitima da violência em Planaltina DF. O homem foi assassinado na quadra 4, Setor de Oficina em frente o Lava Jato, Jardim Roriz,  por vários disparos de arma de fogo por volta das 18h, dessa sexta-feira (22). No momento o corpo da vitima se encontra dentro da carroceria de um veiculo no pátio da 31ª DP, que ira investigar o crime a espera da pericia.

PM NÃO RECEBE BENEFÍCIO

Policial fica paraplégico após treinamento da PM e não recebe benefíciosCabo levou um tiro na medula em treinamento marcado por sucessão de falhas. O acidente aconteceu em 2008 e, desde então, a vítima não recebeu nenhum benefício. Enquanto isso, os responsáveis foram até promovidos

Publicação: 22/11/2013 08:41 Atualização: 22/11/2013 08:55




                          Veja o vídeo e tire suas conclusões.


Saul Humberto Martins, policial ferido durante treinamento da Polícia Militar, espera por idenização ( Iano Andrade/CB/D.A Press)
Saul Humberto Martins, policial ferido durante treinamento da Polícia Militar, espera por idenização

Um erro brutal cometido durante treinamento da Polícia Militar do Distrito Federal aparece como exemplo da falta de preparo da corporação. As imagens de um vídeo feito em 2008 (veja no site) mostram um integrante do Serviço de Inteligência da PM sendo baleado nas costas durante um exercício de rotina. As cenas são fortes e indicam uma sucessão de erros na prática militar, que deixou paraplégico o cabo Saul Humberto Martins, hoje com 46 anos. O acidente aconteceu em 8 de abril de 2008. Um tenente coordenava um grupo formado por cerca de 30 novatos. Naquele dia, eles deveriam aprimorar as técnicas de revista pessoal. Saul, então com 19 anos de Polícia Militar, foi convocado para ajudar na simulação.

Ele deveria se passar por um bandido e recebeu a orientação de tentar tomar a arma do soldado que o revistava. Enquanto era examinado pelo colega de farda, Saul ficou sob a mira da pistola de outro militar. Saul aproveitou uma distração do policial e tentou imobilizá-lo. O soldado que dava cobertura atirou. Para o desespero de todos, a arma dele estava carregada, contrariando as regras do curso.

A bala entrou pela omoplata, perfurou a coluna e se alojou na medula de Saul. Após 30 dias de internação no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), ele recebeu a notícia de que não poderia mais andar. E depois de um longo processo na Corregedoria da PM, o instrutor do curso e o responsável pelo disparo foram condenados a nove meses de prisão, mas a pena acabou convertida em serviços à comunidade.

O tenente que chefiava a operação foi acusado de negligência, uma vez que não conferiu o armamento (leia quadro). Saul lembra que, antes de todos entrarem na área reservada ao curso, revistou as armas. “Eu ia ficar na linha de tiro e tive o cuidado de conferir uma por uma”, contou. Porém, o soldado que efetuou o disparo pediu para sair no meio da instrução a fim de comprar um remédio para dor de cabeça. Ao deixar o local, carregou a pistola. Quando voltou, esqueceu de retirar a munição. O oficial que coordenava a ação também não verificou o armamento novamente.